terça-feira, 19 de agosto de 2008

Imortal.

44 meses.
Um caderno de recordações, telefonemas á longa distância, planos e sonhos...
Tantas coisas, tantas fotos, tantas palavras.

E hoje eu sei o quanto realmente isso é um amor de verdade.
O que é uma pena é você jogando tudo fora... como simples papéis não-reciclavéis.
Mas será Imortal.
Eternamente.

Todos os dias a mesma sensação volta...
Como no Outuno, onde as folhas caem , o vento toca levemente o seu rosto e nele posso ver novamente a alegria escancarada das emoções alheias.
Em seu olhar apenas fica a lembrança de um oceano de emoções drásticas.
Onde é que me esqueci de lembrar que era tua?



Eis a única pergunta
que pela qual não tenho resposta.

Um comentário:

Anônimo disse...

Vários posts com os quais me identifico...
Por mais que esteja num momentono qual percebo que sou interessante...ainda tenho muito disso que vc descreve, essas reflexões.

Nostalgia, apego emocional...alguém que se esperava que fosse a única pessoa, e não foi.. agora são só lembranças e aquele espaço, que era dela, vazio.
:*