sábado, 25 de outubro de 2008

Inocência

Estranho mundo. Desajeitado jeito de viver.
Eu quero correr, gritar, pular, rir até dar cãibras na barriga, brincar, beijar deitada na grama de uma praça qualquer e depois ficar decifrando o que as nuvens parecem.
Quero minha inocência de volta. Ser como uma criança deslumbrada com o que a vida proporciona.

Vou fechar os olhos e contar ate vinte, e depois sair correndo procurando a minha felicidade, como na velha brincadeira de pique-esconde. Quero reunir o que não possuo a tempos e brincar de ciranda, amarelinha, passa anel e tudo que lembre o que eu fui e deixei pra trás.

Segure em minhas mãos, hoje é dia de voltar a sonhar.